quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Inclusão no cotidiano escolar

A inclusão escolar, por ser algo que surgiu imediato, ainda é vista com muitos tabús. Há com tudo os mais sensíveis que estão em prontidão nessas reviravoltas e que dão os primeiros gritos de alarme quando anteveêm o novo, a necessidade do novo, a emergência do novo, a urgência de adotá-lo, para não  sucumbir a morte, à degradação do tempo, à decrepitude da vida.
Para isso é necessário que as pessoas despontem  nos diferentes âmbitos das atividades humanas e que no mesmo momento comecem a transgredir a ultrapassar as fronteiras do conhecimentos, dos costumes, das artes, inaugurando um novo cenário as manifestações e atividades humanas, porque têm clareza do que estão propondo e não conseguem se esquivar ou se defender da força das concepções atualizadas.
É o que estamos vivendo no momento. A inclusão, portanto implica mudança do atual paradigma educacional, é preciso que se encaixe no mapa da educação escolar, que estamos retraçando.
É inegável que os velhos paradigmas da modernidade estão sendo contestável e que o conhecimento está passando por uma reinterpretação. 

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